
Sou uma folha de papel em braco. Embora pareça resistente, sou um tanto quanto frágil.
Ainda em branco porque a minha história não fora completada: As histórias anteriores foram arrancadas. Estou em busca de novas palavras, para então deixar de ser uma folha vazia. Deixar de ser frágil, para ser forte; talvez a folha mais forte do mundo.
Quero uma história colorida e escrita com caneta permanente, pois não há nada pior que histórias mal feitas e rasuradas. Lembre-se: Sou uma folha de papel em branco, mas não sou um rascunho.
Daniela Cipriani
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